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	<description>Blog do Rafael Losso, com idéias, opiniões, pensamentos e histórias.</description>
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		<title>O choque de gerações que choca o Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 15:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Losso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[As manifestações que tomam conta do Brasil não dão sinal que acabarão tão cedo. Estão virando rotina. Enquanto isso, multiplicam-se explicações de todos os espectros políticos para o fenômeno. Mas o fato de nenhum grupo convencional conseguir se apropriar das manifestações (pelo menos até o momento) mostra que trata-se de um movimento organizado descentralizado, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As manifestações que tomam conta do Brasil não dão sinal que acabarão tão cedo. Estão virando rotina. <span id="more-112"></span></p>
<p>Enquanto isso, multiplicam-se explicações de todos os espectros políticos para o fenômeno.</p>
<p>Mas o fato de nenhum grupo convencional conseguir se apropriar das manifestações (pelo menos até o momento) mostra que trata-se de um movimento organizado descentralizado, no espírito das redes sociais.</p>
<p>Sem líderes, com seguidores.</p>
<p>A confusão que isso gera é inacreditável. É como se ninguém percebesse a quebra de paradigmas que estamos vivendo.</p>
<p>Como se ninguém percebesse que um negro preside a Casa Branca e uma mulher é a nossa presidenta. </p>
<p>Temos dirigentes progressistas eleitos no comando a despender uma energia preciosa imensa em peladas pelo poder com os conservadores, velhos, retrógrados, entre bons momentos, caneladas e alguns gols contra.</p>
<p>Mas uma geração alheia à tudo isso estava em formação. O choque, inevitável, uma questão de tempo para que a primeira juventude que se formou com a internet chegasse na faculdade, e percebesse que o mundo lá fora estava tomado, alugado.</p>
<p>Que, apesar de aprenderem desde cedo a valorizar a comunicação livre e aberta, não teriam acesso às antenas de TV, emissoras de rádio, jornais e revistas.</p>
<p>E ela não se contentará em ser relegada aos cantos das reportagens, às sonoras superficiais para provar algum ponto pré-decidido em reuniões de pauta dos telejornais.</p>
<p>Não aceitará ficar quieta assitindo a novela, porque não aprendeu a ficar quieta vendo novela. </p>
<p>Porque não existem ídolos da sua geração, suas músicas preferidas não conseguem tirar aqueles clássicos do inconsciente coletivo.</p>
<p>Essa geração, diferente das anteriores, está se recusando o a acreditar que chegou tarde para a festa, e que só o que resta seja escolher entre a marca A ou a marca B.</p>
<p>São pessoas que querem transporte público de graça, mas também querem apartamentos, empresas, tentar a sorte e criar suas startups. </p>
<p>E fazer filmes, jogos de videogame, encontrar seu espaço e desenvolver sua vocação verdadeira.</p>
<p>É o primeiro protesto de um Brasil com uma classe média volumosa o suficiente para fazer massa crítica e parar a Marginal Pinheiros. Pessoas que cresceram em uma realidade tão difusa e estranha que quase não há traços de identidade com esse Brasil do futebol, da mulata, do samba.</p>
<p>Uma geração que, não duvide, ainda pode acabar com o carnaval, desiludida e cansada do pastiche e do silicone barato.</p>
<p>Entender essa geração é entender que as anteriores não largam o osso quando há muito deveriam, não tivessem comprado a ideia de viver para sempre entre fileiras de igrejas e agulhas de botox. </p>
<p>E que, por isso, nessas noites uma geração inteira vaga aparentemente sem rumo pelas nossas ruas. Sem bandeiras políticas óbvias, provocando a incompreensão catatônica de quem é capaz de identificar apenas uma horda de zumbis ideológicos.</p>
<p>Mas na concepção de liberdade desse grupo, o comprometimento formal com um partido é um aspecto restritivo de liberdade. A união cala a boca, mesmo que o papel do indivíduo ainda esteja indefinido nessa relação inédita em que o público e o privado se misturam entre posts e downloads.</p>
<p>É o mundo da rede social como filosofia de vida. E não existe outro lugar para você ser ouvido, apenas lá fora.</p>
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		<title>Uma resposta à pergunta: o que aconteceu com a Música Brasileira?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 00:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Losso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Metallica]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo acima vem rodando as redes sociais nessa semana, e pretende &#8216;investigar&#8217; os indícios de que a música brasileira teria sido propositalmente sabotada nas últimas décadas. Brincadeiras à parte, uma pergunta ritaleeana fica no ar ao final do vídeo: meu Deus, o que foi que aconteceu com a música popular brasileira? Aliás, pode-se estender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo acima vem rodando as redes sociais nessa semana, <span id="more-88"></span> e pretende &#8216;investigar&#8217; os indícios de que a música brasileira teria sido propositalmente sabotada nas últimas décadas.<br />
Brincadeiras à parte, uma pergunta <em>ritaleeana </em> fica no ar ao final do vídeo: meu Deus, o que foi que aconteceu com a música popular brasileira?<br />
Aliás, pode-se estender a questão à escala mundial, qual o resultado da última década em que a Apple ligou os pontos e tornou o iTunes a ferramenta <em>default </em> para distribuição e comercialização de música?<br />
Arrisco, nas próximas linhas, minha explicação.<br />
Antigamente, antes de ser possível inserir um cd em um computador e a música estava completamente presa a um suporte físico secundário (suporte que, por si só, não poderia reproduzí-la), uma narrativa linear poderia ser facilmente acompanhada por fãs de um determinado estilo musical.</p>
<p><a href="http://rafaellosso.com.br/wp-content/uploads/2013/04/20293194.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-90" title="Jack Black ensina a história do rock" src="http://rafaellosso.com.br/wp-content/uploads/2013/04/20293194.jpg" alt="" width="560" height="300" /></a></p>
<p>Ser fã de uma banda ou estilo, (e, para alguns, &#8220;entender de música&#8221;) significava acompanhar o desenvolvimento ou a evolução do trabalho registrado em disco. Segurar um lançamento fonográfico nas mãos era tenso, perturbador. Ler as primeiras resenhas, um desafio. Acompanhar todas as fofocas sobre seu rockstar favorito, obrigatório, para racionalizar os motivos daquele som ser assim, aquela letra ser sobre aquilo, aquele arranjo tão esquisito ou regular.<br />
Todos esses fragmentos formavam uma linha evolutiva única, simples, e direta.<br />
O resultado da influência de um artista ou disco sobre outro era também dissecado para ser celebrado (ou lamentado). E grandes obras se sucediam de fiascos completos, criando um relevo a carreiras inteiras, que poderiam inclusive decair ao ostracismo com a mesma velocidade que ascenderam. O que era particularmente cruel no caso dos <em>one-hit wonders</em>.<br />
Entre evoluções e revoluções, a existência da música pop por si só era sinônimo de movimento. Os anos 50 inspiraram a década de 60, que foi subvertida pelos 70, que impulsionou os 80, e atingiu o ápice comercial e de prestígio nos anos 90.<br />
Então a internet acabou com tudo isso.<br />
Desde então não existe mais vanguarda na música pop.<br />
Não existe mais sequências estéticas lógicas ou explicações racionais.<br />
Com a explosão de informações disponíveis, o <em>rockstar </em> do metal virou <em>meme </em>no shopping center.</p>
<p><a href="http://rafaellosso.com.br/wp-content/uploads/2013/04/metal1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-91" title="Metallica: primeiro o Napster, depois uma comprinhas" src="http://rafaellosso.com.br/wp-content/uploads/2013/04/metal1.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a></p>
<p>Para quem cresceu acostumado com a narrativa anterior, há uma sensação terrível de uma falta de movimento, de uma apatia, de um congelamento.<br />
Não que não existam novas estéticas ou mensagens sendo produzidas no universo musical. Mas quando tudo está disponível ao mesmo tempo, resulta na experiência de acesso em que a primeira gravação obscura do Elvis e a nova música do XX tornam-se equidistantes.<br />
A vida ficou sem referência ou perspectiva histórica.<br />
Por fim, a ascensão da internet ainda guardou uma última e cruel consequência: acabou com o tacape do jabá. Então, agora é inútil culpar os fãs de uma banda ou estilo pela pouca visibilidade ou relevância de outro. Se a massa não gosta, é porque a música não tem apelo, ou não combina com ela, não comunica, não emociona, e pronto.<br />
Não adianta reagir. Agora, tem espaço pra todos. Mas a ação e a dedicação necessária para que algo se sobressaia nesse universo democrático requer a compreensão de que a mudança estava apenas no começo quando digitalizou a sua coleção de LPs. </p>
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		<title>Há algo de sinistro no Candy Crush Saga?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 20:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Losso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Um jogo aparentemente inocente vem capturando a atenção do mundo inteiro, mas esconde uma polêmica: o fliperama voltou? Quando você entra no Candy Crush Saga pela primeira vez, você tem a sensação de que já viu aquilo tudo antes. De fato, se pergunta se acidentalmente não abriu o Bejewled, dada as enormes similaridades na mecânica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um jogo aparentemente inocente vem capturando a atenção do mundo inteiro, mas esconde uma polêmica: o fliperama voltou?<br />
<span id="more-62"></span><br />
Quando você entra no Candy Crush Saga pela primeira vez, você tem a sensação de que já viu aquilo tudo antes. De fato, se pergunta se acidentalmente não abriu o Bejewled, dada as enormes similaridades na mecânica ou no visual.</p>
<p>Mas você decide continuar a jogar, já que os links se multiplicam feito loucos no Facebook, os banners estão em todos os lugares, e em todas as paradas de games digitais dos últimos meses o Candy Crush Saga tem lugar de destaque. </p>
<p>Afinal, pensa, &#8216;é grátis mesmo&#8217;.</p>
<p>Você passa a primeira tela. É fácil, tutorial baba. E percebe uma diferença: seu avatar caminha em um mapa para a próxima fase, como no Super Mario 3. Passa outra fase, e outra, com muita facilidade.</p>
<p>Até que, lá pela fase número 15 ou 16, você encontra uma dificuldade maior. E perde. Perde de novo. Perde 5 vezes.</p>
<p>E a cruel realidade vem à tona: o jogo é travado. Você não pode continuar se não inserir créditos, que custam cerca de US$ 1 dólar, para mais 5 vidas. O jogo dá ainda uma opção de espera, se você não quiser gastar dinheiro; a cada 30 minutos uma nova vida é recarregada, ao limite máximo de 5. O que gera um engajamento violento ao jogo, afinal, quem não gosta de ganhar créditos de graça, que valem um dólar, e quem desperdiçaria esse &#8216;bônus&#8217;?</p>
<p>Com essa espertíssima estratégia de engajamento e monetização, o Candy Crush Saga é, há várias semanas, o mais rentável game nas plataformas Android e iOS. E atrai cada vez mais jogadores, viciados, como hordas de zumbis, atraídas pelos sons hipnotizantes e cores psicodélicas, de todas as idades, inclusive crianças.</p>
<p>Mas esse novo modelo abre um precedente que pode mudar como todos os jogos são distribuídos e comercializados. Assim, ao invés de comprar o jogo e possuí-lo para a eternidade, você passará a ter um leque de opções gratuitas para baixar e jogar a um preço menor. Tendo, porém, que repetir o pagamento por cada período de atividade. </p>
<p>Em outras palavras, seu aparelho ou computador inadvertidamente virou um fliperama faminto por fichas.</p>
<p>Notícias circulam de que o próximo PS4, por exemplo, só poderá ser jogado conectado à internet. Boatos sobre novos modelos de assinatura para a XBOX Live também são comuns.</p>
<p>Seria esse o caminho que os games estão trilhando? Se for, você gosta dessa solução ou acha a uma péssima ideia?</p>
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		<title>Conservador, progressista&#8230; ou alienado?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 16:23:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Losso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu nome é Rafael Losso e nasci em Curitiba em um domingo de 1978. Eram tempos de falas proibidas, de Regime autoritário, de digressões raras e perigosas. Éramos filhos da ditadura, e as instituições tratavam de nos ensinar a contemplação silenciosa como forma de conservar as premissas máximas costuradas em nossa bandeira, Ordem e Progresso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu nome é Rafael Losso e nasci em Curitiba em um domingo de 1978. </p>
<p>Eram tempos de falas proibidas<span id="more-11"></span>, de Regime autoritário, de digressões raras e perigosas. </p>
<p>Éramos filhos da ditadura, e as instituições tratavam de nos ensinar a contemplação silenciosa como forma de conservar as premissas máximas costuradas em nossa bandeira, Ordem e Progresso. Assim, escola, igreja, jornais, revistas e televisores foram formando, conformando, deformando a geração que crescia sob a égide do AI-5. Paralelamente, tratavam de silenciar visões alternativas de mundo com a criminalização do subterrâneo marginal.</p>
<p>Enganadas e iludidas, essas crianças ainda foram confinadas em uma missão puramente alegórica: os jovens da nova Era. Incentivados a contar nos dedos a o tempo que faltava para o novo milênio, passamos a nutrir um sentimento vago de programada esperança, aliada a uma carência profunda de qualquer substrato ou ideologia.</p>
<p>O ano 2000 carregava simbolismos e promessas. Seria o início de um século moderno, industrial, urbano, em uma sociedade global que seria em breve interligada, primeiro pelos interesses econômicos neoliberais, depois pela internet. Para o Brasil, o país do futuro, eleições diretas rotineiras, instituições fortes, moeda estável, projeção internacional.</p>
<p>Mas o futuro era confuso em 1978. Com a cadeia da informação sob severa vigilância não se poderia imaginar, arriscar, uma previsão para os próximos anos. Abertura? Radicalização? Não se arriscaria uma mínima observação.</p>
<p>As informações disseminadas eram uniformes, impostas e recebidas com naturalidade dissimulada, cheia de dúvidas, mas cercadas e protegidas pelo silêncio.</p>
<p>Quando a Era do silêncio acabou éramos uma Nação destreinada. Quais seriam as vozes a imaginar novas possibilidades em um país alijado de dissidentes? Do exterior voltaram os antigos líderes, intelectuais e artistas, a apontar o caminho.</p>
<p>Mas as falhas propositais na formação da nossa geração nunca foram corrigidas. Fomos sonegados, quando deveríamos ter aprendido os subsídios mais importantes da cidadania: como pensar, discutir, debater, contradizer, responder. O assunto das discussões ficou restrito ao trivial, as únicas discussões sobre o esporte, o único esporte, o futebol.</p>
<p>Como política de Estado, não nos foi ensinado a construir ídolos, apenas a adotar aqueles impostos, impostores, com pés de barro e mãos atadas. Como resultado, dissociamos nossa ideologia da realidade, adotamos estéticas e estilos alienígenas, e alucinamos nossa integridade psíquica, emocional, nossa identidade cultural.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nos deram espelhos, e vimos um mundo doente. Tentei chorar e não consegui&#8221;</p></blockquote>
<p>Hoje, com 35 anos, me vejo criando um novo blog. E me passa pela cabeça uma pergunta, tão paralisante quanto terrível: para quê? Para que dedicar um esforço em dedilhar o teclado com idéias, opiniões, pensamentos? Qual autoridade tem você sobre os fatos e atos que acontecem ao redor que justifique uma interpretação sua? Para quem escrever, se há tanto já escrito, há tão pouco escrito, tanto se lê, e tão pouco? Você quer subverter, bagunçar, agredir? O que almeja construir em uma simples página perdida no espaço imenso dessa internet?</p>
<p>E então descubro porque eu quero ter um blog, um endereço meu: porque sei que a voz que me faz as perguntas acima não é a minha, mas a voz covarde e sinistra internalizada durante a minha infância, que sussurrava pelas ruas, esquinas e calçadas de que não há o que se pensar, não se pode construir, não se pode dizer, escrever.</p>
<p>Esse blog existe porque preciso, como cidadão de 2013, contradizer essa voz com conteúdo, opiniões, imagens e sonhos, histórias e lembranças. E ocupar o espaço oco em que as ideologias digitais e as estéticas analógicas se chocam, em violenta criação de novas perspectivas que, agora sim, podemos comentar, teorizar, participar, aprendendo a tomar rédeas da História que vivemos.</p>
<p>Em busca da voz que é a verdadeira, integral, real, a esmagar o silêncio impostor a nada.</p>
<p>Sinta-se convidado a compartilhar essa jornada, em comentários, discussões, pensamentos autênticos e referências bacanas. Links novos para projetos antigos. Idéias futuras e conceitos presentes, simultâneos, paralelos.</p>
<p>Vamos nessa!</p>
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